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Sobre

Diáspora é movimento. É romper limites e fronteiras, sejam eles geográficos, sociais ou pessoais. Encontrar um lugar além das fronteiras rompidas é o que todos buscamos, no percurso de uma viagem, da formação profissional e também da afirmação racial. É também o termo que designa a dispersão dos povos africanos no mundo após o período colonial, movimento que segue vivo com os diferentes deslocamentos contemporâneos, espontâneos ou forçados devido às condições sócio-políticas em diferentes regiões.

Para todos que vivem em diáspora, nossa rede oferece acomodações cadastradas em diversas cidades do mundo. Somos mais que uma plataforma de hospedagem. A busca por um lugar, para nós, não se restringe a um espaço físico, mas se refere principalmente a espaços de pertencimento. À possibilidade de reconhecer seus valores, de ter respeitada sua cultura e seus símbolos, de ser acolhido.

Assim como a história da diáspora africana é a história das pessoas, suas travessias, buscas e realizações,  a nossa é inspirada por algumas dessas estórias que se cruzaram no Rio de Janeiro, onde a Diaspora.black foi fundada em setembro de 2016. A plataforma foi idealizada por quatro jovens empreendedores com o objetivo de oferecer a mais viajantes a riqueza da experiência de acolhida – três deles se conheceram como hóspedes e anfitriões uns dos outros.

A rede nasceu como alternativa aos crescentes casos de racismo em outros sites de hospedagem, além das recorrentes situações de discriminação vividas na rede hoteleira. A plataforma permite o cadastro de imóveis e distintas modalidades de acolhimento. Nosso objetivo é garantir aos viajantes a melhor acolhida possível. Não toleramos qualquer tipo de descriminação racial, de gênero, orientação sexual, nacionalidade, idade e nem fazemos distinção de qualquer tipo em nossos cadastros.

Acolhimento e pertencimento são dois dos principais valores da plataforma. Diaspora.Black é um poderoso instrumento de reconexão dos vínculos identitários, referências culturais e históricas dos povos da diáspora africana, em seus fluxos migratórios contemporâneos. É também uma oportunidade de geração de renda entre a população negra, com a acolhida a viajantes em seus ambientes sociais, fortalecendo e valorizando aspectos da cultura negra.

O desenvolvimento da plataforma é fruto do investimento e mobilização de mais de 12 mil pessoas que participaram de uma campanha de financiamento coletivo, realizada entre dezembro de 2016 e março de 2017. Em menos de um ano, plataforma possui demanda de cadastros em 10 diferentes países, como França, Itália, EUA, Espanha, Nigéria, Inglaterra, Peru, México, Bolívia, além de diversas cidades no Brasil.

A Equipe

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André Ribeiro

Designer de Produto formado pela UFRJ, é entusiasta de inovação tecnológica com ênfase em novos materiais,  soluções para o cotidiano e inovação social. Sua viagem é de aventura: no topo da lista, estão Tanzânia e Etiópia. Viveu na Bahia sua mais marcante experiência na diáspora: estava em casa. Sua busca é pela excelência: encontrar soluções, com força e leveza, equilíbrio e ousadia.  

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Antonio Luz

Soteropolitano, se formou em jornalismo pela Ufba. Morou em Paris,  São Paulo e Rio de Janeiro onde atuou como repórter e consultor para o Estadão e Canal Futura. Reconheceu a força diáspora em Cartagena, ao encontrar ícones da cultura de Salvador, e na Nigéria, onde foi saudado por ‘fazer o caminho de volta’. Sua busca é construir vínculos genuínos, com entusiasmo e propósito.

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Carlos Humberto da Silva

Nascido em Nova Iguaçu, é mestrando em Desenvolvimento Territorial e Políticas Públicas, na UFRRJ. Estudou na PUC-RJ e na Universidade de Harvard. Trabalhou para o Canal Futura e a Fundação Vale. Sua viagem é pertencer. Vive a diáspora no Candomblé e onde estiver: leva-a consigo. Seu propósito é construir um mundo menos racista, valorizando nossa história.

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Gabriel Oliveira

Artista visual nascido em Salvador, graduando em Artes pela UFBA. Foi aluno da Oi Kabum! e atuou na TV Pelourinho. Busca explorar o mundo, mesmo que se perca nas matas, como em  Barão de Cocais (MG). Sua viagem mais desejada é na Nigéria. Vive a diáspora a cada travessia na Baía de Todos os Santos, quando sente a energia presente das rotas ancestrais.