No Pantanal mato-grossense, a cidade preserva cultura e saberes afrodescendentes
Conhecer Poconé, no Mato Grosso, é ir além da ideia clássica de Pantanal. Porta de entrada para a maior planície alagada do mundo, a cidade revela um território onde natureza, cultura e história negra caminham juntas. Entre quilombolas, saberes transmitidos no cotidiano e paisagens de tirar o fôlego, Poconé convida a uma experiência mais profunda, atenta e conectada aos modos de viver que moldaram o Pantanal ao longo do tempo.
A seguir, reunimos 5 experiências para viver Poconé com mais significado.
A cerca de 100 km de Cuiabá, Poconé marca a entrada do Pantanal Mato-grossense. Mais que paisagens naturais, o território revela histórias negras, saberes ancestrais e modos de vida que ajudaram a formar o Pantanal.
Cercada por quase 30 comunidades quilombolas, a cidade tem sua identidade moldada por saberes afrodescendentes, festas populares, danças, religiosidades e práticas culturais que atravessam gerações.
Em comunidades locais, mulheres transformam o barro em memória. A cerâmica artesanal preserva técnicas ancestrais transmitidas nos quintais, onde arte, oralidade, afeto e acolhimento caminham juntos.
Visite um rancho e experimente o modo de vida local em uma vivência que inclui almoço regional preparado com saberes tradicionais – feito no fogão à lenha, em panelas de barro – e descanso em redes ao som da moda de viola. Um convite à pausa, à escuta e à conexão com o território.
Ao longo da Estrada Parque Transpantaneira, observe aves, répteis, mamíferos e campos alagados. Um percurso que une contemplação, educação ambiental e respeito à natureza.
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Quer conhecer o Pantanal além do óbvio?
Em Poconé, você conhece o Pantanal de forma completa, a partir das pessoas que o constroem, das tradições culturais e experiências que convidam à escuta, à contemplação e ao respeito ao território. Conheça nossos roteiros afrocentrados no Pantanal Negro.
23/02/2026