Imersão de 5 dias em Cachoeira/BA, durante a Boa Morte, com moda decolonial, corpo, ancestralidade, oficinas, afroturismo, hospedagem e alimentação incluídas.
IMERSÃO MODA, CORPO E TERRITÓRIO
Moda decolonial, ancestralidade e experiência viva em Cachoeira
12 a 16 de agosto de 2026
Cachoeira | Recôncavo da Bahia | Brasil
Quem atravessa o rio não volta sendo a mesma pessoa.
A Imersão Moda, Corpo e Território nasce para reunir, em Cachoeira, pessoas interessadas em viver a moda a partir de centralidades como corpo, memória, presença, identidade, criação e território.
Durante cinco dias, a Àbámodá abre um campo de experiência que articula formação crítica, vivências corporais, oficinas, criação, leituras do território e afroturismo cultural, em diálogo com o período da Boa Morte e com a força histórica, simbólica e espiritual do Recôncavo da Bahia.
Cachoeira conduz essa travessia. A cidade oferece chão, ritmo, densidade e contexto. O rio, as ruas, os mercados, os gestos, a religiosidade, o casario e a memória negra compõem a experiência e orientam a escuta. A programação foi pensada para pessoas que desejam aprofundar repertório, refinar percepção, ampliar linguagem e produzir criação com sentido.
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UMA EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO, PRESENÇA E TRAVESSIA
A Imersão Moda, Corpo e Território foi concebida para quem deseja estudar, criar, pesquisar, sentir e reposicionar o próprio percurso a partir de referências comprometidas com a ancestralidade, a cultura negra, a leitura crítica do mundo e a força dos territórios.
Aqui, a moda é tratada como linguagem cultural, política e estética. Ela organiza narrativas, afirma presenças, traduz pertencimentos e projeta futuros. Cada escolha de forma, matéria, gesto, imagem e vestimenta participa de uma visão de mundo.
Quatro camadas sustentam a travessia:
Formação crítica
Moda decolonial, moda com identidade, estética afro-brasileira, imagem, política, representação e criação autoral.
Corpo e ancestralidade
Presença, gesto, movimento, escuta, rito, memória e corpo-território.
Experiência territorial
Cachoeira como campo vivo de leitura estética, histórica, cultural e sensível.
Afroturismo de experiência
Deslocamento, pertencimento, fruição e encontro com um território negro de alta densidade simbólica.
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CACHOEIRA É TERRITÓRIO-ESCOLA
Cidade negra, histórica e simbólica do Recôncavo Baiano, ela oferece uma ambiência rara para uma imersão dedicada à relação entre moda, corpo e território. Aqui, o espaço participa da formação. A paisagem informa. A rua ensina. A festa convoca. A memória organiza o olhar.
A imersão acontece durante o período da Festa da Boa Morte, em diálogo respeitoso com sua força cultural, ancestral, espiritual e comunitária. Esse contexto amplia a experiência e reposiciona a relação das/os participantes com o tempo, com a cidade e com as camadas de sentido que a atravessam.
Cachoeira se apresenta, portanto, como território-escola: um lugar onde criação, história, presença e escuta caminham juntas.
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PARA QUEM É ESTA IMERSÃO
A imersão se dirige a pessoas da Bahia, do Brasil e de outros países interessadas em moda decolonial, criação, corpo, ancestralidade, território, cultura negra e experiências de aprofundamento.
É especialmente voltada para:
As vagas são limitadas. A proposta foi desenhada para preservar profundidade, cuidado, qualidade de acompanhamento e consistência na experiência coletiva.
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O QUE ESSA JORNADA OFERECE
Ao longo da imersão, as/os participantes acessam uma experiência que articula:
Entre os temas que atravessam a jornada estão:
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CONDUÇÃO E PRESENÇA CURATORIAL
A imersão reúne uma equipe de condução e convidadas/os com repertório, experiência e vínculo orgânico com os campos de atuação mobilizados pela proposta.
Anthea Xavier (@meunomenaotemi)
Moda decolonial, pesquisa, imagem, memória e narrativas visuais.
Dih Morais (@dihmoraisbrand)
Moda autoral e decolonial, identidade, território e criação afrocentrada.
Iyá Fabrine Ferreira (@fabrineferreira__)
Corpo-território, ancestralidade, criação, movimento e memória.
Luísa Mahin (@luisamahin)
Economia criativa, moda, território, elaboração de projetos e manifestação das ideias.
Tai Oliveira (@taioliverart)
Cartografia estética, símbolos, texturas, memória e vestes de força.
Valmir da Boa Morte (@valmirpereira.cachoeira)
Saberes do território, memória viva e leitura cultural de Cachoeira.
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PROGRAMAÇÃO COMPLETA
A programação foi desenhada como uma travessia em cinco movimentos. Cada dia abre uma camada da experiência e amplia a relação entre corpo, pensamento, criação e território.
Dia 1 — 12 de agosto
Chegada, enraizamento e abertura do campo
Tema: Chegar ao território
O primeiro dia inaugura o tempo da imersão. É o momento de pousar, reconhecer o espaço, encontrar o grupo e abrir o campo da experiência.
Ao longo do dia acontecem a recepção das/os participantes, o check-in na hospedagem, o almoço de boas-vindas e a entrega do kit da imersão.
A abertura oficial reúne roda de apresentação, rito de chegada e alinhamento de intenções, além da apresentação da Àbámodá e da equipe de condução da experiência.
A palestra de abertura será com Anthea Xavier com o tema: Moda, território e identidade: por que vestir também é narrar mundo?
A primeira vivência com Fabrine Ferreira abre o campo do corpo e da presença, trabalhando:
À noite, após o jantar, o grupo participa da conversa de abertura com Valmir da Boa Morte, com o tema:
Cachoeira como território-escola.
Dia 2 — 13 de agosto
Corpo, rito, criação e leitura de mundo
Tema: O corpo como arquivo e a moda como linguagem
O segundo dia aprofunda a relação entre corpo, rito, criação e território.
Pela manhã, após o café, acontece a vivência corporal com Fabrine Ferreira, voltada a:
Na sequência, o Módulo 1, com Anthea Xavier, abordará:
Na tarde acontece o Módulo 2 com Dih Morais, abordando:
Ainda neste dia, Iyá Fabrine Ferreira, Luísa Mahin e Tai Oliveira conduzem a experiência territorial guiada por Cachoeira, com:
À noite, após o jantar, haverá atividade de fruição cultural e inserção orientada em programação da cidade e da Boa Morte.
Dia 3 — 14 de agosto
Síntese, criação e projeção
Tema: O que o território fez mover em mim
O terceiro dia se dedica à elaboração dos processos criativos e subjetivos mobilizados ao longo da experiência.
Pela manhã, após o café, acontece a vivência com Iyá Fabrine Ferreira, atravessando:
No Módulo 3, Luísa Mahin trabalhará:
À tarde, o grupo participa do workshop criativo com Tai Oliveira, dedicado à cartografia estética pessoal, trabalhando:
Haverá também um laboratório em grupos orientado pela pergunta:
como transformar território em linguagem estética?
Dia 4 — 15 de agosto
Imersão na Festa da Boa Morte
Tema: Território vivo
O quarto dia se dedica à imersão na Festa da Boa Morte, compreendida como território vivo de memória, espiritualidade, cultura e presença negra.
Será um dia de experiência ampliada no território, em que as/os participantes poderão viver Cachoeira em outro tempo: com presença, observação, escuta e aprofundamento sensível.
A programação deste dia será conduzida pela equipe da imersão, considerando:
A proposta para este dia é de presença. O território segue ensinando, e a experiência se amplia em contato direto com a cidade e com a festa.
Dia 5 — 16 de agosto
Encerramento da travessia
Tema: Fechamento, presença e reverberação
O quinto dia será dedicado ao fechamento da experiência, à integração dos processos vividos e à elaboração sensível da travessia.
A programação reunirá uma vivência de corpo e uma roda integrativa de encerramento, criando um tempo de presença, escuta, partilha e síntese. Será um momento para reconhecer os deslocamentos produzidos ao longo da imersão, nomear aprendizagens, reorganizar percepções e acolher aquilo que a experiência mobilizou no corpo, no pensamento e na criação.
O grupo participará da partilha dos cadernos e processos, das apresentações de síntese individuais ou em dupla e da roda final com a pergunta: o que levo do corpo, do território e da moda?
A proposta para este último dia é cuidar da passagem entre experiência e continuidade.
O dia será finalizado com um fechamento criativo, permitindo que cada participante traduza, à sua maneira, as marcas deixadas pela travessia e os sentidos que deseja levar consigo a partir de Cachoeira.
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O QUE ESTÁ INCLUÍDO
A experiência inclui:
Sobre a hospedagem
A hospedagem incluída no pacote será em quartos duplos ou triplos.
Participantes que desejarem quarto individual poderão solicitar essa possibilidade, mediante negociação específica e eventual ajuste de valor, conforme disponibilidade do hotel.
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ESPAÇO COLABORATIVO PARA CIRCULAÇÃO DE PRODUTOS
Quem chega com sua criação, chega com sua história.
Para participantes que empreendem na moda, arte e criação autoral, haverá um espaço colaborativo na loja da Àbámodá para circulação e comercialização de produtos durante o período da experiência e da Festa da Boa Morte.
As peças poderão ser recebidas sob consignação.
Ao final da imersão, a equipe realizará o fechamento das vendas consignadas, a prestação de contas e a devolução dos produtos remanescentes, quando houver.
A proposta amplia a possibilidade de partilha, visibilidade, articulação de rede e movimentação da economia criativa de forma coletiva e coerente com o espírito da imersão.
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A FORÇA DESTA PROPOSTA
A potência da Imersão Moda, Corpo e Território está na coerência entre conceito, território, condução e experiência.
Cachoeira, no período da Boa Morte, oferece a base viva desta travessia. A curadoria da Àbámodá sustenta uma proposta em que moda, corpo, ancestralidade, hospitalidade, experiência territorial e economia criativa caminham de forma integrada.
Dessa convergência nasce uma experiência de forte densidade simbólica, apuro estético, pensamento próprio e consistência entre linguagem, propósito e realização.
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SE VOCÊ SENTE O CHAMADO, ESTA TRAVESSIA É PARA VOCÊ
Imersão Moda, Corpo e Território
12 a 16 de agosto de 2026
Cachoeira | Bahia | Brasil
O que você deseja, você faz.
11/05/2026