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10 de setembro de 2018

Histórias negras de SP

Um roteiro pelas ruas emblemáticas para recontar nossa história, reverenciar figuras e personalidades que marcaram a cidade de São Paulo

O tour convida os turistas para conhecer lugares importantes da história dos negros na cidade, como é o caso da Igreja Nossa Senhora Rosário dos Pretos, a estátua da mãe preta, a Igreja Nossa Senhora dos Enforcados, do antigo Pelourinho e do antigo Morro da Forca, no bairro da Liberdade.

Em São Paulo 37% da população se autodeclara de cor preta ou parda, o que soma cerca de 4 milhões de pessoas, fazendo que essa seja a maior população negra em uma cidade no país. As histórias negras estão por toda a cidade, no centro e em todas as esquinas (inclusive na Ipiranga com São João, a mais famosa delas), apesar de muitas vezes não serem contadas.

A caminhada começa no Bairro da Liberdade, um reduto negro nos séculos XVIII e XIX e termina no Largo do Arouche. Também são visitados o Largo Sete de Setembro (onde ficava o Pelourinho), o Largo São Francisco, a Ladeira da Memória, a Rua 7 de Abril, a Galeria do Reggae e o Largo do Paissandu.

Além disso, personagens negros importantes da história — invisibilizados em vários espaços — são destacados, é o caso da escritora Carolina Maria de Jesus, do jornalista, advogado, poeta e patrono da abolição Luiz Gama e o arquiteto Joaquim Pinto de Oliveira, o Tebas. Suas marcas e histórias pela cidade são reveladas e há sempre o questionamento do porquê não conhecemos essas figuras tão importantes antes.

As histórias são narradas pelo jornalista Guilherme Soares Dias, pela relações públicas Luciana Paulino e também pelo fotógrafo e produtor cultural Heitor Salatiel.