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Mulheres, Funk e Diáspora

Publicado em 05/12/2017 por Antonio

Nossa rede é de todos os sons e gêneros! Recebemos neste fim de semana integrantes da Frente Nacional de Mulheres no Funk!

A Frente foi lançada no último sábado, no Rio, e tivemos a alegria de acolher em nossa sede as diretoras Juliana Martins, Rúbia Mara e Renata Prado, entre outros integrantes que ao longo dos próximos meses vão articular rodas de conversa, mesas e ações de fortalecimento, visibilidade e reconhecimento de mulheres na cultura funk brasileira.

A Frente Nacional de Mulheres no Funk tem como referência a Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop, que trabalha em prol do protagonismo das mulheres dentro do cenário cultural da periferia. O objetivo é combater o machismo instaurado nas estruturas sociais, que reflete fortemente no comportamento dos homens da massa funkeira.

A mobilização articula parcerias com o movimento Batekoo, a ONG Ação Educativa, de São Paulo, a rede Eu Amo Baile Funk, do Rio, e também a Rede Nacional de AfroEmpreendedores (Reafro).

Para  a  Diaspora.Black, integrar esse time de parceiros é materializar o nosso propósito de promover sinergias entre redes, coletivos e ativistas que atuam pela promoção da equidade racial e valorização da nossa cultura!

“A Juliana Martins foi uma das participantes do intercâmbio Hub das Pretas, no Rio, e a partir da experiência articulou a parceria entre a Frente  e a Diaspora.Black, que recebeu a equipe de produção do lançamento e da rede.  É um exemplo de nossa atuação e promoção de trocas produtivas entre as redes que pactuam com o fortalecimento da população negra em diferentes frentes”, diz Carlos Humberto Silva, CEO da Diaspora.Black.

Pelo Facebook, Juliana Martins deu seu depoimento sobre a estadia: “Eu me sinto honrada pelos ensinamentos ancestrais e pela conversa extraordinária sobre respeito, racismo, parceira, coletividade. A Diaspora.black é um espaço de trocas e acolhimento da melhor forma possível, um espaço onde você se sente com se tivesse dentro da casa da sua avó, familia e amigos pretos onde tem de tudo um pouco, conversas, jogos do flamengo, almoços grandes, diálogos de madrugada. Se eu pudesse recomendar a todos os militantes, viajantes, amigos, negros e não negros um espaço repleto de história seria esse lugar”.