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10 de setembro de 2017

Negro em movimento

A identidade diaspórica é um traço importante na vida  do historiador e pesquisador carioca Deri Santana: “Me defino como um negro em movimento”, conta. Seus percursos remontam à França, onde trabalha e conclui seu doutorado, e em diversos países da África onde foi investigar e disseminar temas de seus estudos. Esteve no Benin, Togo, Marrocos, Tunísia… sempre se hospedando na casa de anfitriões interessados em partilhar a memória de cada local. 

Ele conta  que a memória desses percursos está não apenas nas fotos, mas nas vivências e nas histórias que colheu nesse movimento: esteve com a princesa Marie Constance Egbo-Glélé, descendente direta do reino de Abomé , por exemplo. Também no Benin, ele lembra de longas conversas na soleira da casa de seus anfitriões ou vizinhos,  recebendo explicações sobre o poder mágico das plantas.

Sempre tentei compreender esse fenômeno diaspórico. Por isso em 2012, fui ao Benin e Togo, onde passei 37 dias. O que é interessante é que fiquei muito pouco em hotéis. Ficava na casa de pessoas que fui conhecendo ao longo da minha busca de refluxo, fazer o caminho do atlântico para África”, conta o historiador, em uma passagem pelo Rio de Janeiro, em agosto, como hóspede da nossa rede!

Para ele, a rede materializa, com a tecnologia disponível atualmente, uma experiência vivida de forma espontânea em seus percursos que enriqueceu sua pesquisa e sua vivência, além de ter contribuído para a geração de renda nas famílias que o hospedou – modelo replicado na plataforma.

“Essa experiência é super positiva por dois motivos: a geração de renda para muita gente, mas também a possibilidade de trocar. São valores civilizatórios afro brasileiros, conectados com o mundo africano, com o mundo diaspórico. A gente precisa disso para multiplicar essas experiências para nos fortalecer dentro do Brasil e no mundo, nos fortalecendo como povo” completou. 

Sua casa no Sul da França está em fase de cadastramento e, em breve será um novo espaço para receber nossos usuários de todo o mundo. “A Diaspora.black possibilita encontrar gente que tem essa história em comum e que pode se fortalecer e mostrar que é essencial para viver num Brasil plural e igualitário que a gente divida essa história, e compartilhe nosso espaço”, finaliza o historiador sobre sua experiência na rede! 

Conte também a sua história: escreva para [email protected] ou compartilhe nas redes sociais com a hashtag #VivaDiaspora!

 

Bem [email protected] à Diaspora.Black!
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