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O que as influenciadoras descobriram na África do Sul ?

Emoção, reconexão, reconhecimento e redenção. Essas são algumas das sensações e impressões de três grandes personalidades da internet que passaram pela África do Sul no último ano e que nos inspiram a escolher esse país-irmão como um dos destinos imperdíveis para 2020. 

Luisa Brasil

Uma das visitantes mais recentes foi Luisa Brasil, conhecida nas redes pelo seu perfil @Mequetrefismos.

Ela optou em começar a viagem por Soweto, a periferia onde viveram Winnie e Nelson Mandela, Desmond Tutu, e também onde surgiram os primeiros e mais importantes protestos anti-apartheid. 

Ela também passou pelo Museu do Apartheid, e não poderia ter um momento melhor: o dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra.

Ela participou da experiência guiada Conheça Soweto como um sowetan com nosso guia local Tshililo. 

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Tô viva gente! O motivo do sumiço, além do fuso de 5 horas que deixa a vida uma loucura, é o tempo de maturação das coisas. Entender a sociedade sul-africana tem sido um desafio. Sua complexidade nas questões raciais batem em nossa porta diariamente e ninguém melhor que um cidadão de seu país para nos ajudar com esse contexto. Obrigada @chililoskhalomuthali por tanta gentileza e por falar de maneira tão generosa sobre sociedade, liderança e, sobretudo, futuro. // I’m alive, folks! The reason for this gap, besides the 5 hour time zone that makes life crazy, is the time of maturation of things. Understanding South African society has been a challenge. Their complexity the race topic knocks on our doorstep daily and no one is better than a local to help us with the context. Thank you Chililo for your kindness and for speaking so generously about society, leadership and, above all, the future. . Agradecimento especial para / Special tks for @diaspora.black . 👊🏿 . 🇿🇦 #mequetrip #descubraaafricadosul #southafrica

Uma publicação compartilhada por Luiza Brasil (@mequetrefismos) em

“Entender a sociedade sul-africana tem sido um desafio. Sua complexidade nas questões raciais batem em nossa porta diariamente e ninguém melhor que um cidadão de seu país para nos ajudar com esse contexto”, escreveu ela em seu instagram. 

Monique Evelle

Quem também esteve por lá recentemente foi Monique Evelle, empreendedora baiana. Ela descreveu a viagem como a sua “redenção”. Entre os pontos que ela visitou em Joanesburgo, estão a Constitution Hill e a sede do do Tribunal Constitucional, que ficam em Pretória. 

“Foram visitas de muita intensidade. É um museu para não esquecer o que aconteceu no país. É a memória viva. Algumas pessoas conhecidas foram presas lá durante o Apartheid como Nelson Mandela, Mahatma Gandhi, Winnie Madikizela-Mandela. Depois fomos para o Johannesburg Holocaust & Genocide Centre um local educativo. Ouvimos as histórias dos sobreviventes em primeira pessoa”

Você pode conhecer esses pontos em Pretória com nossos tours guiados: clique aqui e saiba mais. 

Gabi Oliveira

A Gabi de Pretas também preparou um vídeo no seu canal sobre a experiência em Joanesburgo. “Desde o primeiro momento que cheguei na África do Sul, eu me senti muito emocionada”, disse no vídeo em que descreve alguns pontos de sua viagem – um deles, foi Maboneng, o distrito cultural da capital. 

“Nós estamos acostumados a ver os lugares em que somos minoria. É muito diferente chegar lá. Não era só o fato de as pessoas negras naquele espaço, mas a questão cultural, a alimentação muito diferente”, contou.

Você também pode reservar o tour para conhecer Maboneng diretamente na plataforma, com guias locais e as melhores opções da cidade. Clique aqui e saiba os valores. 

Mas foi em Cidade do Cabo que Gabi viveu uma das emoções mais fortes na África do Sul. É a cidade  onde fica Robben Island, a prisão onde Nelson Mandela e outras pessoas que foram condenadas por terrorismo foram presas por anos. Eram pessoas ligadas aos movimentos que lutavam contra o regime do Apartheid. 

“Em diferentes momentos da história, quem estava lutando por igualdade eram considerados terroristas. Os presos eram obrigados a fazer trabalhos pesados.  O guia é um ex-presidiário, e isso é muito forte. Eles transformaram essa história em turismo e não apenas em passado, mas num alerta. É algo para olhar e pensar que aconteceu no passado recente e que precisamos fazer tudo para não repetir”.

Mas África do Sul não é só sobre Apartheid. É um país vibrante, com uma riqueza cultural impressionante, e muitas opções de lazer. Em um festival de música, foi que a Gabi se sentiu emocionada, uma sensação que ela explica com lágrimas nos olhos:

“Foi uma das melhores sensações que tive. Uma sensação de pertencimento, de sentir dentro, e compartilhando algo com aquelas pessoas. Uma sensação de retorno… é sim sobre retornar para casa”. 

Ficou curioso?

Fale com a gente para preparar a sua visita e sentir todas essas emoções!

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Categoría: #VivaDiaspora, África, Dicas
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