Interseccionalidade para além do conceito: ações de mulheres negras no Brasil - Última turma do ano

Interseccionalidade para além do conceito:  ações de mulheres negras no Brasil - Última turma do ano
Com embasamento no conceito filosófico Interseccionalidade, é proposto nesse curso, entender sob o prisma do cruzamento gênero, raça e classe, perceber como torna as mulheres [1]negras faveladas e periféricas, a sua história específica, e como a percepção dela se torna uma ferramenta e permeia a luta e sobrevivência da população negra e periférica. Tomando como artigo base para ampliar o campo de visão e se aprofundar na questão, o da filósofa Sueli Carneiro, que é denominado de Gênero e Raça na Sociedade Brasileira.[1] Entende-se nesse curso a pluralidade do que é ser mulher. Na temática e discussões dessa tese me refiro ao recorte de mulheres negras cis faveladas. Compreendemos essa nota como essencial com o intuito de garantir que a perspectiva dessa discussão não invisibilize as múltiplas narrativas do que é mulher.A noite não adormece nos olhos das mulheres.(Conceição Evaristo – Em memória de Beatriz Nascimento) 
02/12/2021
19h
de R$ 75,00
por R$ 42,50
02/12/2021
19h
de R$ 75,00
por R$ 42,50
50 participantes
Duração 03h30min
Aulas disponíveis após o curso
Cancelamento Gratuito

Descrição

O conceito filosófico interseccionalidade é levantado na primeira parte  da oficina  como meio de entendimento, permeante, para explanar blocos de opressões que a compõem Interseccionalidade.
Na segunda parte começamos a discutir as consequências da interseccionalidade, onde a população negra precisou (historicamente) engendrar estratégias e ações para escapar e atacar as opressões, pelas quais foram submetidas, por serem colocadas como o Outro do Outro. A reação, ação e estratégias sempre foram algo eminentes e cruciais, tendo como papel e estratégico essencial e de destaque o da mulher negra favelada, que se entrou historicamente nessa linha de frente e crucial para a sobrevivência sua e da própria comunidade.

Pesquisadores, academias e instituições do Brasil e de toda a América latina, precisam contribuir cada vez mais para esses processos de mudanças, de fim das violências e apagamentos, através do trabalho científico, fornecimento de recursos econômicos e reflexão profunda e ampliada sobre a temática que é emergente. Assim teremos culturas e pessoas mais vivas e cada vez mais plural, que entendem suas diferenças sem discriminações e o papel essencial de contribuição para exclusão de tantas mazelas implantadas.
Será demonstrado nesse curso, dentro dos aspectos de raça, gênero e classe, como são formadores da interseccionalidade e o quanto houve e é importante a organização e vivência das mulheres negras. Como um projeto de reflexão e transformação social. Ressaltando a história de luta e resistência das mulheres negras, onde elas têm sido protagonistas, fazendo uso da memória cultural ancestral.
No final será enviada as gravações, bibliografia utilizada e declaração de participação.


Tags
África Ancestralidade Gênero Mulher

Quem faz

Mayara R Caldeira

Graduada em Filosofia na PUC-SP. Pesquisadora na área do Feminismo Negro, sobre o tema Interseccionalidade. Atuante em cursinhos populares, como professora e coordenadora, atualmente no quilombo cursinho popular conceição evaristo. Customer Success Analyst em Diaspora.Black. Empreendedora no ramo alimentício @may.geleias.

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