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Orientações da Organização Mundial do Turismo para o pós-pandemia

Que o turismo é um dos setores mais afetados pela pandemia de Covid-19, ninguém tem dúvidas. Os voos cancelados e a interdição da circulação de pessoas, fizeram com que a vulnerabilidade do setor fosse exposta como nunca antes. Por outro lado, ninguém tem certezas sobre como será a recuperação. Seu papel, seu modo de atuação e, sobretudo, os hábitos de consumo dos clientes estão em xeque.

É neste último ponto que reside a maior interrogação – e também a maior oportunidade. O turismo simboliza de maneira mais viva e icônica o intercâmbio, a empatia e a solidariedade entre os povos além de todas as fronteiras. Viajar materializa o sonho humano de conhecer culturas e construir laços – e isso será mais necessário do que nunca.

Nós sempre acreditamos na vocação do turismo de conectar a diversidade cultural das sociedades. Agora, será o momento em que o turismo buscará ainda mais um propósito. E para nós, que sempre tivemos esse valor intrínseco em nossas atuações, será o momento de fazer valer anos de trabalho.

“A crise também é uma oportunidade para fortalecer a ênfase no desenvolvimento de estratégias e ações coordenadas para promover o turismo sustentável e socialmente responsável. É uma oportunidade de acelerar as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU até 2030. Trazer esses valores garantirá competitividade e resiliência para o Turismo”, diz o documento disponível aqui.

A Organização destaca ainda que o setor é um “indicador de saúde e prosperidade das sociedades e da economia global”. Em 2019, o turismo representou mais de 30% das exportações globais de serviços, chegando ao volume de US$ 1,5 trilhão. O número pode ser ainda mais alto em países em desenvolvimento, como o Brasil, chegando a 45%.

Veja os 10 principais pontos do documento – e como a Diaspora.Black está atuando em cada um deles.

1. Mais do que nunca, será preciso reforçar a segurança dos serviços para reconquistar e fortalecer a confiança dos clientes. Nesse sentido, suspendemos todas as taxas de cancelamento e remarcação dos produtos e serviços oferecidos em nosso site, para garantir uma relação justa entre clientes e parceiros.

2. Para os operadores, a orientação é investir em parcerias, diversificando os mercados, produtos e serviços oferecidos. O objetivo é não ficar restrito a um modelo único de operação e, nesse sentido, será preciso desenvolver novas habilidades e competências, com treinamentos e qualificação especialmente relacionados à inovação, transformação digital.

3. Também será preciso investir em capital humano, com diferentes estratégias de formação e treinamento para profissionais e equipes do setor para promover novos padrões de qualidade. Serão especialmente importantes os treinamentos sobre competências e ferramentas digitais – especialmente para marketing, vendas e gestão.

4. Apoio financeiro será determinante para incentivar a inovação entre todos os atores do Turismo, mas deve valorizar princípios de sustentabilidade, acessibilidade e diversidade cultural para a distribuição dos recursos. Tais princípios favorecem a competitividade do setor.

5. Garantir acesso igualitário às estratégias e medidas implementadas, como treinamentos, apoio técnico e financeiro, entre outros, para mulheres e grupos como a juventude, portadores de necessidades especiais e comunidades tradicionais.

6. Reconhecer e investir no desenvolvimento de novos produtos e mercados, especialmente relacionados às intersecções com a cultura e a economia criativa, esportes, bem estar e ecoturismo.

7. Investir em inteligência de dados e de marketing para monitorar o comportamento, antecipar tendências e ajustar produtos e estratégias. Decisões e estratégias formuladas a partir de dados são essenciais em momentos de crise, para monitorar as tendências do consumo no setor.

8. Ampliar investimentos em marketing, especialmente de eventos, com o objetivo de diversificar produtos e segmentos de mercado, além de incentivar práticas sustentáveis e socialmente responsáveis para o setor.

9. Permitir às comunidades tradicionais mais vulneráveis as ferramentas para desenvolver produtos de turismo com o objetivo de valorizar e manter as tradições locais de comunidades rurais ou tradicionais.

10. Revisão da governança do turismo, para garantir que todas as vozes sejam escutadas na tomada de decisão, inclusive trabalhadores e sindicatos e organizações da sociedade civil.

Nós, da Diaspora.Black ficamos felizes de compartilhar essses insights com mais pessoas, especialmente por reforçar nosso propósito e nossa atuação dos últimos três anos. Conte com a gente para construir e caminhar ao seu lado na superação dos desafios de agora! Juntos, vamos mais longe!

#VivaDiaspora





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